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sábado, 15 de maio de 2010

Eucaristia nos ensina a ser discípulos, explica Dom Alberto

Comissão de Comunicação do CEN2010


Dom Alberto Taveira fala sobre Eucaristia e Discipulado

"A Eucaristia nos ensina a ser discípulos", disse o Arcebispo de Belém (PA), Dom Alberto Taveira Corrêa, nesta sexta-feira, 14, na sua palestra no Pavilhão do Parque da Cidade, dentro das atividades do XVI Congresso Eucarístico Nacional (CEN), em Brasília.

O arcebispo explicou que as características dos discípulos de Jesus é que "eles têm, como centro de sua vida, a pessoa de Jesus Cristo, têm um espírito de oração, são amantes da Palavra de Deus, praticam a confissão e participam da Eucaristia, se inserem na sociedade, são solidários no amor e têm um fervor missionário".

Mas que precisamos "aprender a lição do Altar", pois a Eucaristia é a escola de discipulado, utilizada também por Jesus. "No Evangelho de Lucas, capítulo 22, encontra-se a passagem da última ceia, onde Jesus manda preparar o lugar para a ceia (...) Eucaristia já forma discípulos quando nós descobrimos que preparamos bem as coisas da nossa fé". E destacou que "para ver a Deus é preciso a melhor cara, a melhor disposição, a melhor roupa".

Dom Alberto exortou às pessoas a nunca mais perguntarem se "é obrigado ir a Missa no domingo", pois é "uma honra, uma necessidade, um direito e não uma obrigação".

E explicou que a Eucaristia "é o bem mais precioso, o maior tesouro da Igreja", nela aprendemos que "o maior é aquele que serve (cf. Lc 22, 26)" e a dar lugar aquele que é menor. "Celebrar é também aguardar os outros, é dar a devida importância a todas as pessoas".

"Deus tem milhões de caminhos para salvar uma pessoa, mas o caminho comum passa pela preparação e participação, ativa e consciente, na Eucaristia", destacou.

E recordando uma frase dita pelo Papa Paulo VI, no Evangelli Nuntiandi, onde ele dizia que "as pessoas aprendem muito mais com as pessoas do que com o mestre, e quando aprendem com os mestres, é porque além deles serem professores são testemunhas", Dom Alberto destacou que foi isso que caracterizou a vida de Jesus e Ele nos chamou a também ser testemunhas. "Precisamos, pouco a pouco, nos imbuir de tal forma com o Evangelho, deixar que Ele encharque nosso modo de viver, para que nossas reações e respostas mostrem que somos discípulos de Jesus, em nosso modo de viver".


Programação do dia

As atividades de hoje começaram com a adoração ao Santíssimo Sacramento, conduzida pelo Arcebispo de Belém, Dom Alberto Taveira Corrêa, seguida de sua palestra. Logo após, o Arcebispo de Goiânia (GO), Dom Washington Cruz, preside a Missa às 11h.

Após o almoço, o Arcebispo de Aparecida (SP), Dom Raymundo Damasceno de Assis, fará uma colocação com o tema "Eucaristia e Missão". As atividades encerram às 16h30, com a benção do Santíssimo.

O evento continua amanhã até às 13h e está aberto ao público em geral.

"É dever dos pais educar a sexualidade dos filhos no pudor"

Eliana Machado/ CEN 2010

Dr. Valdir Reginato discutiu sobre o valor humano da sexualidade

A primeira conferência da tarde do Simpósio de Bioética, atividade inédita do Congresso Eucarístico Nacional 2010, tratou do valor humano da sexualidade. O palestrante dr. Valdir Reginato abordou, segundo os valores do Evangelho e da Igreja Católica, a importância de respeitar o momento certo de viver o sexo. Para introduzir o assunto, o médico falou sobre o Livro de Gênesis, na qual Jesus diz: “Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea" (2, 18).




De acordo com Reginato, o homem e a mulher foram criados para que a humanidade se tornasse completa. Logo, a sexualidade é uma obra da criação de Deus. Entretanto, alerta o acadêmico, esta sexualidade não pode ser deturpada e vivida antes do tempo. “Os jovens de hoje antecipam o sexo, o banalizam. Mas é importante que se entenda que não se faz festa dos 15 anos, aos 14; nem se ganha a corrida sem alcançar a chegada. Tudo precisa acontecer a seu tempo! O sexo não merece ser substituído por um momento casual, como uma criança que abre o presente antes do Natal esquecendo-se o motivo da festa”, explicou.


O médico ainda alertou que o assunto deve ser tratado desde a infância pelos pais, mostrando a importância da sexualidade e as consequências de não valorizá-la. “Cabe as pais educar os filhos dentro de uma sexualidade do pudor e do respeito. A educação dos filhos é uma responsabilidade primeira deles, não da escola, dos amigos ou da mídia”, enfatizou.


Para o conferencista, a vida diária de oração e a vivência da Eucaristia são bases fundamentais na vida do cristão que deseja valorizar a sexualidade. Ao final da palestra, a equipe da Arquidiocese de Brasília apresentou um vídeo com testemunhos de jovens namorados da cidade e celibatários que vivem a castidade.


Em visita ao Brasil, em maio de 2007, o Papa Bento XVI pediu castidade aos rapazes e moças do país, dos quais 79% aprovam as relações sexuais antes do casamento e são favoráveis ao uso de preservativos, segundo pesquisas. O líder da Igreja Católica disse que a prática da sexualidade está reservada aos casados e que ela será fonte de felicidade sempre que se souber fazer da castidade “dentro e fora do casamento um bastião das esperanças futuras”.


O Sumo Pontífice reconheceu que a castidade “precisa de um espírito de sacrifício e de renúncia”. Bento XVI acrescentou que o verdadeiro amor “buscará sempre mais a felicidade do outro, se preocupará mais com o outro, se entregará e desejará estar perto do outro”.




Sobre o palestrante


O dr. Valdir Reginato é médico e professor do Centro de História e Filosofia da Ciência da Saúde da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) nas áreas de Bioética, História da Medicina e Filosofia.


Sobre o Simpósio de Bioética


É a primeira vez que acontece o Simpósio de Bioética durante uma edição do Congresso Eucarístico. Abordando temas como aborto, planejamento familiar, cuidados no final da vida e valor da sexualidade, a atividade pretende contribuir para que, no Brasil, a vida seja amplamente defendida e amada pelos cristãos nos trabalhos pastorais. Dentre os palestrantes, estão Dom Antônio Augusto Duarte, presidente do Setor Vida do CELAM (Conselho Episcopal Latinoamericano); padre Dr. Aníbal Gil Lopes, membro titular da Pontifícia Academia Pro Vita; e o professor Dr. André Marcelo Soares, membro da Comissão de Bioética da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil). Os conferencistas, na sua maioria, fazem parte da Academia Pontifícia para a Vida..


A ideia de realizar a atividade no evento nasceu da Comissão Arquidiocesana de Bioética e Defesa da Vida de Brasília. “Queríamos aproveitar a ocasião do evento para discutir o tema da vida. Quando levamos ao Dom João [arcebispo da capital] nossa proposta, ele achou o tema tão importante e tão eucarístico, pois a Eucaristia é o pão da vida, que o incluiu dentro da programação”, explica o responsável pelo simpósio, padre Eduardo Peters, que ainda acrescenta: “Queremos também propor para todo o Brasil um jeito novo e digno de reconhecer na pessoa do outro esse Deus que nos chama à comunhão”. O Simpósio de Bioética acontece hoje (14) e amanhã (15), no Centro de Convenções Ulysses Guimarães..

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Padres dão testemunho vocacional durante a Jornada Sacerdotal

CN Notícias

Padre Vilson Groh, de Florianópolis (SC)

A fim de oferecer exemplos de dedicação ministerial de sacerdotes que, tendo em conta as muitas dificuldades, dão testemunho evangélico, quatro padres apresentaram seus testemunhos vocacionais durante a Jornada Sacerdotal, que aconteceu no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília (DF), em preparação para o 16º Congresso Eucarístico Nacional.

Dentre os religiosos presentes no evento estavam padre Helmo Cesar Faccioli, CMF, cujo campo missionário fica em Franca (SP). Ele partilhou um pouco sobre seu ministério e sobre a devoção a Santo Antônio Maria Claret, destacando que ser discípulo desse santo é identificar-se com Cristo, deixando-se formar pelo Espírito de Jesus. “Para Santo Antônio Maria Claret, o envangelizador é, em primeiro lugar, discípulo, depois missionário”, ressaltou. O sacerdote também destacou as vitórias e os dissabores da missão: por um lado, a alegria de ser padre e poder viver o Ano Sacerdotal para renovar sua entrega ao sacerdócio; por outro, a tristeza quando vê a vaidade humana, a sede de poder falar mais alto do que o Reino de Deus.

Trabalhando com a população marginalizada e desfavorecida, padre Vilson Groh, que atua na periferia de Florianópolis (SC), destacou em seu testemunho que a pastoral presbiteral se constrói quando se é capaz de ir até o irmão, onde este está. “Creio que tirar da nossa agenda algumas reuniões para ir ao encontro do outro que está doente ou com problemas é o que faz a missão presbiteral”.

Sacerdote da prelazia de Xingu, padre Antônio Hoffmeister encontra nas comunidades em que exerce seu ministério um povo que acolhe os sacerdotes como o próprio Jesus Cristo. “Eles, muitas vezes, fazem com que eu me sinta envergonhado, porque me tratam como eu não mereço. Mas é nessa fé do povo que enxergamos a fé da Igreja”. O presbítero também pede a todos que rezem pela missão da prelazia onde ele atua: “Rezem por Belo Monte, para que Deus ilumine os políticos de modo que estes não cometam um desatino”.

O último testemunho foi do padre Carlos Henrique Silva Oliveira, que atua em Caracaí, Roraima. Ele testemunhou que seu maior desejo sempre foi trabalhar além dos limites territoriais: “Sou padre da Igreja para servi-la onde for necessário”.

Jornada Sacerdotal prepara presbíteros para Congresso Eucarístico

CN Notícias

Jornada Sacerdotal preparou os padres para o CEN 2010

A Jornada Sacerdotal, realizada no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília (DF), em preparação ao 16º Congresso Eucarístico Nacional, teve início na manhã desta quinta-feira, 13, com a entronização da relíquia do Santo Cura d’Ars apresentada pelo Núncio Apostólico no Brasil, Dom Lorenzo Baldisseri.

Em sua declaração, Dom Lorenzo pediu aos padres que as palavras de um sacerdote sejam sempre um cartão de visitas para a Igreja. “Cristo nos chama a ser sempre fiéis à missão. Esse congresso poderá revitalizar nossa entrega para sermos almas eucarísticas que contagiam e embelezam a vida dos fiéis”.

Após as Laudes Solenes, o Arcebispo de Brasília, Dom João Braz de Aviz, disse que a vida de toda a Igreja está envolvida pela Eucaristia. “Nós estamos aqui com o desejo de viver não isolados, mas junto deste prebistério a fim de encontrar conforto para caminhar no ministério”.

Com o tema “O ano sacerdotal – Fidelidade de Cristo, Fidelidade do sacerdote”, o prefeito da Congregação para o Clero, Cardeal Dom Cláudio Hummes, palestrou aos sacerdotes. Em sua exposição, o prelado falou sobre a espiritualidade dos sacerdotes e a importância desta para a missão efetiva do sacerdócio. De acordo com Dom Hummes, "espiritualidade" provém de "espírito" e expressa o que move as pessoas. “Falar sobre espiritualidade é o mesmo que perguntar: Qual é o espírito que guia a sua vida? Para um cristão, esse espírito não pode ser outro a não ser o Espírito Santo”, explicou.

O cardeal também destacou a missão social dos sacerdotes, que precisam lutar pelos interesses dos cristãos, como o combate à fome e à miséria. “É por meio da solidariedade, da fraternidade, da vontade de construir um mundo melhor que a vida espiritual do padre se torna concreta, participativa”.

Testemunhos vocacionais também foram relatados por quatro padres a fim de oferecer exemplos de dedicação ministerial de sacerdotes que, apesar das muitas dificuldades, dão, cada um deles, um testemunho evangélico.

A Igreja no Haiti

Em um segundo momento da jornada, o bispo de Les Cayes, no Haiti, Dom Guire Ponlard, testemunhou sobre os terremotos que assolaram o país no início deste ano. Ele falou sobre a missão dos religiosos haitianos na reconstrução da ilha caribenha. A estimativa oficial é de 230 mil mortos, milhares de feridos e construções destruídas em decorrência do tragédia que destruiu o país, no último dia 12 de janeiro.

Ele agradeceu à Igreja do Brasil, pois o Haiti foi visitado por muitos bispos e padres do mundo e da América Latina, em particular. “Esta Igreja de Cristo tem o orgulho de contar com estes bispos e padres de uma generosidade ímpar, que tornam a sua alegria e sua felicidade inabaláveis. Por minha humilde voz, os sacerdotes do Haiti, partilham com vocês, queridos irmãos sacerdotes no Brasil, a esperança que não decepciona”, agradeceu. E concluiu: "Nós queremos dizer aos padres do Brasil que os sacerdotes do Haiti estão no meio da luta com as pessoas. É neste difícil contexto que a Igreja do Haiti está prestes a desenhar a história de um futuro novo com Deus no chão do país”.

A Jornada Sacerdotal

O prefeito da Congregação para o Clero, Cardeal Dom Cláudio Hummes, no início de 2010, enviou uma carta a todos os sacerdotes do Brasíl convidando-os a participarem desta jornada de oração e reflexão.

Abertura do CEN 2010 conta com a presença de 45 mil fiéis

CN Notícias

Abertura aconteceu em um altar-monumento na Esplanada dos Ministérios
Num coro de cerca de 45 mil pessoas, Brasília recebeu na noite desta quinta-feira (13), 300 bispos e mil padres para a abertura oficial da 16ª edição do Congresso Eucarístico Nacional. O início do evento, que acontece na capital federal até domingo (16), contou com o anúncio do jubileu e uma Santa Missa presidida pelo enviado especial do Papa Bento XVI ao congresso, cardeal Dom Cláudio Hummes.


A abertura começou ao som do hino oficial do CEN 2010, seguida de um minuto de silêncio pedindo a intercessão de São João Maria Vianney por todos os sacerdotes do Brasil. Na sequência, foi apresentado aos presentes a mensagem do Papa Bento XVI para o congresso eucarístico, feita após a oração mariana do Regina Coeli deste domingo (9). “Possais todos vós, pastores e povo fiel, redescobrir que o coração do Brasil é a Eucaristia”, pediu o Sumo Pontífice.




Logo após a mensagem, o arcebispo da capital federal, Dom João Braz de Aviz, e o presidente dos Correios, Carlos Henrique Custódio, lançaram o selo e carimbo da série 'Brasília, sonho e realidade'.


Na homília, Dom Cláudio disse que o congresso será, em primeiro lugar, uma ação de graça solene e pública do povo brasileiro. "Poder sentar à mesa eucarística é a melhor oportunidade para renovar o nosso discipulado, como propõe esse congresso. Ora, sentar-se à mesa eucarística é estar em frente de Jesus e deixar-se por Ele transformar. 'Eu sou a videira e vós os ramos'. Assim, os ramos vivem da vida do tronco".


O cardeal lembrou ainda que ser um bom discípulo de Jesus leva os cristãos a serem bons missionários. "Mas para isso é preciso que sejamos muito unidos aos irmãos, porque, assim, Jesus Cristo unido ao Pai e nós unidos com Jesus e os irmãos, eis aí a unidade. Dessa unidade depende a credibilidade da Igreja. De fato, o sonho de Jesus Cristo é que a Igreja se constitua modelo de amor para toda a sociedade".




A noite terminou com a exposição de Jesus Eucarístico e a procissão da Esplanada até a Catedral Metropolitana com o Santíssimo no papamóvel. Cerca de 150 autoridades estiveram presentes na celebração eucarística, dentre elas o vice-presidente da República, José Alencar e o governador do Distrito Federal, Rogério Rosso.


Imagem de Nossa Senhora e relíquias de Cura d'Ars


A abertura do evento contou com a presença da imagem de Nossa Senhora Aparecida, vinda de Aparecida (SP), e das relíquias de São João Maria Vianney, o santo padroeiro dos padres. A imagem da padroeira do Brasil chegou na Esplanada dos Ministérios de helicóptero e foi até o altar-monumento no papamóvel usado na visita de João Paulo II a capital do Brasil. Quem acolheu a chegada da imagem, ao som da música “Viva a Mãe de Deus e nossa”, foi padre Darci Nicioli, reitor do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, e Dom Raimundo Damasceno, arcebispo da cidade natal da Mãe do Brasil.


Surpresas da abertura


Um coral de mil vozes, composto por fiéis das 122 paróquias de Brasília (DF), e a orquestra da Escola de Música da capital federal enriqueceram a Santa Missa de abertura do CEN 2010. A novidade foi organizada pela Comissão de Cultura e Educação do evento, coordenada pelo padre Ulisses Reis de Carvalho. O coral contou com vozes de leigos em música que ensaiaram durante dois meses para a participação no evento.


A Orquestra da Escola de Música de Brasília, composta por cerca de 30 vozes, cordas, madeiras, metais e percussão, apresentou duas pequenas peças na entrada dos bispos no altar-monumento: “Exultate” e “Jubilate”, de Vivaldi. As demais canções da celebração eucarística foram escolhidas pela equipe de Liturgia do congresso. A orquestra produziu um arranjo sinfônico para cada música.




Altar-monumento


A Santa Missa aconteceu em um altar-monumento, um dos maiores já montados no Brasil. O projeto procura ser um elo visual entre a história de Brasília, evocando o altar da primeira celebração eucarística presidida na cidade, no dia 20 de abril de 1960, e o hoje da capital. Na sua forma invertida, se apresenta como uma grande tenda. No centro, a rampa que nasce do meio do povo, passando pelo altar, se ergue numa torre em forma circular.


Coordenado pela arquiteta Miriam Reichert, o projeto ainda conta com as cores de sangue-ferrugem, dourado e branco – logomarca oficial do Congresso Eucarístico. O altar tem 150 metros de largura e 23 metros de altura, além de uma rampa de acesso de 30 metros de comprimento. O local contará com a presença de cardeais, arcebispos e bispos que presidirão as Missas e, nas extensões laterais, acolherá mais de dois mil sacerdotes.

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